22/06/2007 religião
JAH-HOVAH, O DEUS HERMAFRODITA DOS JUDEUS

Ídolo de cobre do ano
1.200 antes de Cristo. Trata-se, evidentemente de uma divindade fálica
encontrada no santuário de Timna. Supõe-se que seja uma representação de
Yahweh [Jeovah], encontrado em Kuntillet el Ajrud, Israel, em 800 d.C..
Yahweh, é famoso por seu falo indicativo de sua prodigiosa capacidade de
reprodução. — [Beno Rothenberg, et al. The Egyptian Mining Temple at Timna. Institute
for Archeo-Metallurgical Studies Institute of Archaeology, University
College London. 1988]
Jeová era hermafrodita. Para muitos, a informação pode parecer estranha ou mesmo chocante mas é a verdade que emerge do estudo
da mitologia do "Deus de Israel". É um título justo porque Jeová, foi, realmente, o Deus específico daquela antiga nação. De
fato, o monoteísmo dos primeiros judeus, recém saídos da Mesopotâmia, não era um monoteísmo [nunca foi e ainda não é]
fundamentado na
crença em um Deus universal, Deus criador de todas as Coisas, de todos os seres, Deus de todos os Homens.
Jeová foi [e é] o Deus dos seguidores de Abraão, um patriarca [chefe de tribo, clã] originário, até onde se sabe, da cidade
de Ur, na Caldéia, ou seja, na Mesopotâmia, região que abrigou a famosa Babilônia, atual Iraque. O próprio nome do povo -
JUDEU - deriva da antiga denominação, Yah-oudi, a eles aplicada e por eles considerada ofensiva! Yah-oudi pode ser entendido
como "Jeovitas", "Jhaevoadianos", "Jodhadious"ou, simplesmente, seguidores de Jah-Hovah.
O nome Jeová é a simplificação do original hebraico Jah-Hovah, palavra composta: JAH ou JOD ou, ainda YOD significa
phallus,
falo, pênis, macho: "A letra hebraica Jod representava o membrum virile" [BLAVATSKY, 2003]. Hovah significa vaso, cavidade,
arca, concha. fêmea (e, mais tarde, vagina, do latim, metáfora relacionada ao estojo onde os guerreiros guardavam sua espada;
bainha de espada).

A ilustração é reconhecida por muitos
estudiosos como Yahweh Alado sobre um Querubim acompanhado de uma deusa,
também alada, Asherah, pairando sobre "a árvore sagrada". Note-se o falo,
bem definido de Jeovah. FONTE: University Fribourg, Switzerland. Vandenhoeck
& Ruprecht, Gottingen. 1999.
Portanto, Jeová significa "macho-fêmea", "pênis-vagina", um ser que reúne atributos genitais de ambos os sexos; um
hermafrodita. Por isso, o judaísmo ainda primitivo e popular, o judaísmo do rei Davi, é considerado como uma religião fálica,
porque os traços distintivos de sua divindade, Jeová, são signos da sexualidade, do ato da geração.
A Arca da Aliança judaica [porque outros povos também têm suas "Arcas"] possui um simbolismo sexual notado por vários
estudiosos: "Os dois querubins colocados frente a frente sobre o cofre [a Arca], têm as asas abertas de tal maneira que foram
um perfeito Yoni [genitália feminina]". Hargrave Jennings, em sua obra Phallicism, escreve: "Sabemos pelos anais judeus que a
Arca continha uma tábua de pedra e que se pode demonstrar que esta pedra era fálica".
Aos invocadores contemporâneos de Jah! é bom informar que essa palavra jamais foi sinônima de "Deus", Alá, Altíssimo, Criador
do Universo ou qualquer outra expressão com a qual é designado o Deus do monoteísmo contemporâneo, cristão ou não. "Para o
esoterismo hebreu... a principal função de Jeová era dar filhos... Ele era a medida do ano Lunar... ciclo de tempo que foi
tomado como a causa da ação geradora sendo, por isso, objeto de culto e invocação. Entretanto, re-significações são um
fenômeno próprio das línguas vivas e, assim, Jah poderá ser palavra pronunciada para se referir ao Supremo Arquiteto do
Cosmos se o povo, supremo monarca da gramática real, assim o desejar.
por:
Ligia Cabüs
BIBLIOGRAFIA
BLAVATSKY, Helena Petrovna. A Doutrina Secreta vol. III — Antropogênese. São Paulo: Pensamento, 2003. __________________________ A Doutrina Secreta vol. IV — O Simbolismo Arcaico das Religiões, do Mundo e da Ciência.
São Paulo: Pensamento, 2003.
ILUSTRAÇÕES:
BIBLE ORIGINS
|